sexta-feira, 17 de outubro de 2008



sentir-se...

soltar-se...

livrar-se do medo de perder o que nem se tinha

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Já lhe dei meu corpo, minha alegria
Já estanquei meu sangue quando fervia
Olha a voz que me resta
Olha a veia que salta
Olha a gota que falta pro desfecho da festa
Por favor
Deixe em paz meu coração
Que ele é um pote até aqui de mágoa
E qualquer desatenção, faça não
Pode ser a gota d'água
Deixe em paz meu coração

Gota D'água *Chico Buarque

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Here, here in this heart
It's cold, cold as stone

Must welcome these memories
As shallow as my eyes have slowly become

Fright
Frail heart left broken
Cold and numb
For its bitter agony

Here are the memories
As empty as my life has slowly become
Sting, crush and bite in my soul, my heart bleeds

Times changed forever that night
Leaving only empty memories
Empty memories won't heal the pain

We know only sorrow
There's no future in tomorrow
All our hopes have buried too young
For the years that should have followed

We know only hatred
There's no future in our anguish
For our hope was buried with life
And reprisal will be ours

It's empty
We're empty
They're empty memories

Here, here in this heart
It's cold as stone
For no feelings there to warm

It is as empty as our dreams and hopes
Now our future is gone
It stings and bites in my soul, my heart bleeds

Times changed forever that night
Leaving only empty memories
Time once changed forever that night
Leaving me...
No, no, no, alone
With empty memories
Empty memories
Empty memories


Empty memories >> After Forever

domingo, 12 de outubro de 2008

"Quem doa sempre corre o perigo de perder o pudor "

"É necessário estar-se bem seguros de si mesmos, bem firmes nas pernas, pois do contrário não se pode absolutamente amar."

Friederich Nietzsche





segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Carla Bruni - Quelqu'un m'a dit
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On me dit que nos vies ne valent pas grand chose,
Elles passent en un instant comme fanent les roses.
On me dit que le temps qui glisse est un salaud que de nos chagrins il s'en fait des manteaux pourtant quelqu'un m'a dit...

Refrain
Que tu m'aimais encore,
C'est quelqu'un qui m'a dit que tu m'aimais encore.
Serais ce possible alors ?

On me dit que le destin se moque bien de nous
Qu'il ne nous donne rien et qu'il nous promet tout
Parais qu'le bonheur est à portée de main,
Alors on tend la main et on se retrouve fou
Pourtant quelqu'un m'a dit ...

Refrain

Mais qui est ce qui m'a dit que toujours tu m'aimais?
Je ne me souviens plus c'était tard dans la nuit,
J'entend encore la voix, mais je ne vois plus les traits
"Il vous aime, c'est secret, lui dites pas que j'vous l'ai dit"
Tu vois quelqu'un m'a dit...

Que tu m'aimais encore, me l'a t'on vraiment dit...
Que tu m'aimais encore, serais ce possible alors ?

On me dit que nos vies ne valent pas grand chose,
Elles passent en un instant comme fanent les roses
On me dit que le temps qui glisse est un salaud
Que de nos tristesses il s'en fait des manteaux,
Pourtant quelqu'un m'a dit que...

Refrain

quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Para expandir o universo interior

Nem só de filosofia vive o homem, mas de toda a ciência que a experiência pode proporcionar:
De acordo com a Quântica, o universo de partículas é espontâneo, seus movimentos, suas interações. Nesta lógica, se o universo estava todo congregado às dimensões de uma partícula, então é natural que o big bang tenha sido uma coisa igualmente espontânea. O universo-partícula explodiu porque começou a se expandir. A partir de então novas partículas foram geradas.
Não podem estar ocorrendo outros big-bangs? Disso temos uma infinidade de partículas potencialmente prestes a explodir, dentro de nós, dentro do outro, em volta do nada; são universos paralelos surgindo dentro de outros. Por que não? Acho que é daí que se dá a infinitude das coisas...
Não seria interessante que as partículas que compõem nosso universo interior se expandissem? Pois eis uma proposta físico-filosófica!





terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Pensão Familiar

Jardim da pensãozinha burguesa.
Gatos espapaçados ao sol.
A tiririca sitia os canteiros chatos.
O sol acaba de crestar as boninas que murcharam.
Os girassóis
amarelo!
resistem.
E as dálias, rechonchudas, plebéias, dominicais.

Um gatinho faz pipi.
Com gestos de garçom de restaurant-Palace
Encobre cuidadosamente a mijadinha.
Sai vibrando com elegância a patinha direita:
* É a única criatura fina na pensãozinha burguesa.

Manuel Bandeira



 
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