segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Rilke - Piece from Letter 8 - Stephen Mitchell Translation
But the fear of the inexplicable has not only impoverished the reality of the individual; it has also narrowed the relationship between one human being and another, which has as it were been lifted out of the riverbed of infinite possibilities and set down in a fallow place on the bank, where nothing happens. For it is not only indolence that causes human relationships to be repeated from case to case with such unspeakable monotony and boredom; it is timidity before any new, inconceivable experience, which we don't think we can deal with. but only someone who is ready for everything, who doesn't exclude any experience, even the most incomprehensible, will live the relationship with another person as something alive and will himself sound the depths of his own being. for if we imagine this being of the individual as a larger or smaller room, it is obvious that most people come to know only one corner of their room, one spot near the window, one narrow strip on which they keep walking back and forth. In this way they have a certain security.
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Meu Dosha
Vata: ao sabor do vento
Este dosha controla todo o movimento biológico, como a inspiração e a expiração, a circulação sangüínea, os impulsos nervosos, os batimentos cardíacos, a comida que entra e sai, o fluxo dos pensamentos. Vata é responsável por começar as coisas – por isso, quando em desequilíbrio, a pessoa deste dosha fala muito sem chegar a nenhuma conclusão, gasta dinheiro à toa, compra demais sem adquirir nada necessário.
A energia de Vata controla o sistema nervoso e se concentra na região do cólon (intestino grosso), pélvis, juntas sacro-ilíacas e lombar. Quando o dosha entra em desequilíbrio, esses são os primeiros órgãos a apresentar problemas. (ilustrar)
Características físicas:
São pessoas altas ou baixas, porém sempre magras, de estrutura corporal pequena e angulosa. Têm ombros e quadris estreitos.
Podem comer muito e não engordar. No entanto, seu peso pode flutuar durante a vida e, ao envelhecer, às vezes ganham alguns quilos. O apetite é irregular e podem ter fome a qualquer hora, bem como pular refeições.
As juntas são secas, barulhentas e protuberantes.
Os dentes são pequenos e também protuberantes.
Têm mãos e pés gelados, e sentem muito frio.
Em geral têm olhos pequenos e cabelos finos e encaracolados.
A pele é seca.
Dormem pouco – normalmente seis horas são suficientes – e em horários diversos. De sono leve, acordam com qualquer barulho.
São superativas, mas se cansam com facilidade, podendo chegar à exaustão. Isso gera sentimentos de fraqueza, sobretudo se têm dificuldade para dormir. Necessitam de muito repouso e se beneficiam de rotinas e hábitos regulares.
Características psicológicas:
Tendem a ser alertas, com uma mente rápida e ativa. Aprendem novos
conceitos e idéias num piscar de olhos, mas tendem a esquecer o que aprenderam com igual rapidez. Como o vento, pensam, falam, andam e movem-se depressa, geralmente sem parar. Gostam de movimento e de novidades. Mudam de idéia e de humor o tempo todo. Amam a liberdade.
Em equilíbrio
São pessoas felizes, entusiasmadas, alertas, criativas, ágeis, comunicativas, energéticas e sensíveis. Fazem amigos rapidamente.
Em desequilíbrio
Apresentam cansaço, ficam angustiadas e ansiosas, sofrem de insônia, prisão de ventre, gases e flatulência. Ficam hipersensíveis e inseguras na hora de tomar decisões. Tornam-se contraditórias, imprevisíveis e instáveis.
Reação ao estresse
Preocupar-se e perguntar-se: “O que eu fiz de errado?”
Balanceando Vata
Estabilidade emocional, amor e quietude são os melhores remédios para este dosha. Criar um ambiente agradável em casa, sem muitas distrações, manter rotinas e respeitar os períodos de descanso também ajudam. A prática de Yoga, dança e caminhada faz muito bem. Vata deve evitar tudo o que seja frio, seco, instável, agitado, e fugir das correntes de ar.
No amor
Vata é inconstante, difícil de se comprometer.
Este dosha controla todo o movimento biológico, como a inspiração e a expiração, a circulação sangüínea, os impulsos nervosos, os batimentos cardíacos, a comida que entra e sai, o fluxo dos pensamentos. Vata é responsável por começar as coisas – por isso, quando em desequilíbrio, a pessoa deste dosha fala muito sem chegar a nenhuma conclusão, gasta dinheiro à toa, compra demais sem adquirir nada necessário.
A energia de Vata controla o sistema nervoso e se concentra na região do cólon (intestino grosso), pélvis, juntas sacro-ilíacas e lombar. Quando o dosha entra em desequilíbrio, esses são os primeiros órgãos a apresentar problemas. (ilustrar)
Características físicas:
São pessoas altas ou baixas, porém sempre magras, de estrutura corporal pequena e angulosa. Têm ombros e quadris estreitos.
Podem comer muito e não engordar. No entanto, seu peso pode flutuar durante a vida e, ao envelhecer, às vezes ganham alguns quilos. O apetite é irregular e podem ter fome a qualquer hora, bem como pular refeições.
As juntas são secas, barulhentas e protuberantes.
Os dentes são pequenos e também protuberantes.
Têm mãos e pés gelados, e sentem muito frio.
Em geral têm olhos pequenos e cabelos finos e encaracolados.
A pele é seca.
Dormem pouco – normalmente seis horas são suficientes – e em horários diversos. De sono leve, acordam com qualquer barulho.
São superativas, mas se cansam com facilidade, podendo chegar à exaustão. Isso gera sentimentos de fraqueza, sobretudo se têm dificuldade para dormir. Necessitam de muito repouso e se beneficiam de rotinas e hábitos regulares.
Características psicológicas:
Tendem a ser alertas, com uma mente rápida e ativa. Aprendem novos
conceitos e idéias num piscar de olhos, mas tendem a esquecer o que aprenderam com igual rapidez. Como o vento, pensam, falam, andam e movem-se depressa, geralmente sem parar. Gostam de movimento e de novidades. Mudam de idéia e de humor o tempo todo. Amam a liberdade.
Em equilíbrio
São pessoas felizes, entusiasmadas, alertas, criativas, ágeis, comunicativas, energéticas e sensíveis. Fazem amigos rapidamente.
Em desequilíbrio
Apresentam cansaço, ficam angustiadas e ansiosas, sofrem de insônia, prisão de ventre, gases e flatulência. Ficam hipersensíveis e inseguras na hora de tomar decisões. Tornam-se contraditórias, imprevisíveis e instáveis.
Reação ao estresse
Preocupar-se e perguntar-se: “O que eu fiz de errado?”
Balanceando Vata
Estabilidade emocional, amor e quietude são os melhores remédios para este dosha. Criar um ambiente agradável em casa, sem muitas distrações, manter rotinas e respeitar os períodos de descanso também ajudam. A prática de Yoga, dança e caminhada faz muito bem. Vata deve evitar tudo o que seja frio, seco, instável, agitado, e fugir das correntes de ar.
No amor
Vata é inconstante, difícil de se comprometer.
quarta-feira, 27 de maio de 2009
inércia do movimento
tenho sentido muita vontade de dizer coisas ultimamente, mas as palavras têm parecido melhor escolhidas por outras pessoas. acho consolador, diminui o sentimento de solidão. ao menos em poesia alguém já sentiu como eu, sofreu como eu.
a sensação do momento é movimento de partida. e mesmo sendo mudança, mesmo positiva, vem carregando a malha de desconfortos e algumas outras dores no peito... iniciei o movimento, vou seguindo na sua inércia, acreditando aonde isso tudo irá me levar.
"My black backpack's stuffed with broken dreams
20 bucks should get me through the week
Never said a word of discontentment
Fought it a thousand times but now
I'm leaving home
Here in the shadows
I'm safe
I'm free
I've nowhere else to go but
I cannot stay where I don't belong
Two months pass by and it's getting cold
I know I'm not lost
I am just alone
But I won't cry
I won't give up
I can't go back now
Waking up is knowing who you really are
Show me the shadow where true meaning lies
So much more dismay in empty eyes"
a sensação do momento é movimento de partida. e mesmo sendo mudança, mesmo positiva, vem carregando a malha de desconfortos e algumas outras dores no peito... iniciei o movimento, vou seguindo na sua inércia, acreditando aonde isso tudo irá me levar.
"My black backpack's stuffed with broken dreams
20 bucks should get me through the week
Never said a word of discontentment
Fought it a thousand times but now
I'm leaving home
Here in the shadows
I'm safe
I'm free
I've nowhere else to go but
I cannot stay where I don't belong
Two months pass by and it's getting cold
I know I'm not lost
I am just alone
But I won't cry
I won't give up
I can't go back now
Waking up is knowing who you really are
Show me the shadow where true meaning lies
So much more dismay in empty eyes"
terça-feira, 31 de março de 2009
Amor; amar
Amar é uma questão de escolha. Diária. Uma opção. Um exercício. Reflexão. Sacrifício. Superação. Deleite, prazer. Absolvição!
Marcadores:
amor
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
O Sono
O sono que desce sobre mim,
O sono mental que desce fisicamente sobre mim,
O sono universal que desce individualmente sobre mim —
Esse sono
Parecerá aos outros o sono de dormir,
O sono da vontade de dormir,
O sono de ser sono.
Mas é mais, mais de dentro, mais de cima:
E o sono da soma de todas as desilusões,
É o sono da síntese de todas as desesperanças,
É o sono de haver mundo comigo lá dentro
Sem que eu houvesse contribuído em nada para isso.
O sono que desce sobre mim
É contudo como todos os sonos.
O cansaço tem ao menos brandura,
O abatimento tem ao menos sossego,
A rendição é ao menos o fim do esforço,
O fim é ao menos o já não haver que esperar.
Há um som de abrir uma janela,
Viro indiferente a cabeça para a esquerda
Por sobre o ombro que a sente,
Olho pela janela entreaberta:
A rapariga do segundo andar de defronte
Debruça-se com os olhos azuis à procura de alguém.
De quem?,
Pergunta a minha indiferença.
E tudo isso é sono.
Meu Deus, tanto sono!...
Álvaro de Campos - "Poemas"
Heterónimo de Fernando Pessoa
O sono que desce sobre mim,
O sono mental que desce fisicamente sobre mim,
O sono universal que desce individualmente sobre mim —
Esse sono
Parecerá aos outros o sono de dormir,
O sono da vontade de dormir,
O sono de ser sono.
Mas é mais, mais de dentro, mais de cima:
E o sono da soma de todas as desilusões,
É o sono da síntese de todas as desesperanças,
É o sono de haver mundo comigo lá dentro
Sem que eu houvesse contribuído em nada para isso.
O sono que desce sobre mim
É contudo como todos os sonos.
O cansaço tem ao menos brandura,
O abatimento tem ao menos sossego,
A rendição é ao menos o fim do esforço,
O fim é ao menos o já não haver que esperar.
Há um som de abrir uma janela,
Viro indiferente a cabeça para a esquerda
Por sobre o ombro que a sente,
Olho pela janela entreaberta:
A rapariga do segundo andar de defronte
Debruça-se com os olhos azuis à procura de alguém.
De quem?,
Pergunta a minha indiferença.
E tudo isso é sono.
Meu Deus, tanto sono!...
Álvaro de Campos - "Poemas"
Heterónimo de Fernando Pessoa
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
"Plus vaste est le temps que nous avons laissé derrière nous, plus irrésistible est la voix qui nous invite au retour. Cette sentence a l'air d'une évidence, et pourtant elle est fausse. L'homme viellit, la fin approche, chaque moment devient de plus en plus cher et il n'y a plus de temps à perdre avec des souvenirs. Il faut comprendre le paradoxe mathématique de la nostalgie: elle est le plus puissante dans la première jeunesse quand le volume de la vie passée est tout à fait insignifiant."
Do livro L'ignorance, de Milan Kundera
Do livro L'ignorance, de Milan Kundera
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